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Escola Paulino Fontenelles, da Assembleia de Deus, fundada em Março de 1987, recebi este nome em homenagem ao primeiro missionário que chegou em nosso município para evangelizar. Tenho como filosofia: Instruir a criança no ensino secular e nos preceitos bíblicos. A Escola funciona nos dois turnos, atualmente tem como gestora a Professora Maria Matilde da Silva e Silva contando com 18 Funcionários.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Valor da semana: Compaixão


TEXTO BÍBLICO
Atos 9:36-42
OBJETIVO
Ensinar sobre a benevolência (Devemos ajudar as pessoas ao nosso redor)

VERSÍCULO
“E não nos cansemos de fazer o bem.” Gálatas 6:9 (Pode-se fazer o versículo em um desenho de uma camisa. Fica muito legal!)


Dorcas amava muito a Jesus. Ela era uma costureira. Costurava roupas lindas. Dorcas viu umas criancinhas com roupas velhas, velhas. Viu as mães das criancinhas com roupa toda remendada e disse: - “Vou costurar roupas novas para vocês!”Dorcas costurou uma porção de roupas bonitas. Deu-as para as criancinhas e para suas mamães.- “Muito obrigado pelas roupas!” – Disseram as criançasTodos na igreja amavam a boa costureira.


Mas, um dia, que tristeza! Dorcas adoeceu e morreu.

As pessoas choravam muito vendo sua amiga morta.
Alguém lembrou: 
- “Pedro, o discípulo de Jesus, está numa cidade aqui perto. ElePode vir e nos animar e nos consolar com orações. Vamos Chamá-lo!”Dois homens foram depressa chamar Pedro.


Quando Pedro chegou, as mulheres, chorando, mostraram-lhe as roupas queDorcas lhes tinha dado. Falaram de como ela era bondosa e amada por todos. 
Pedro pediu: 
- “Deixem-me sozinho aqui no quarto, ao lado do corpo de Dorcas.”
As pessoas saíram. Pedro ficou só. 


Ele orou e pediu que Deus fizesse Dorcas viver de novo. 
E Deus ouviu a oração de Pedro.

Dorcas voltou a viver.

Pedro a levou e a mostrou viva às pessoas. Foi uma alegria imensa.

A boa amiga Dorcas estava com elas outra vez.

Palestra para os pais: A importância dos pais no resgate dos valores






sexta-feira, 13 de abril de 2012

A amizade e o tempo

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Alvinho e Neto sempre foram amigos, não apesar das diferenças, mas por causa delas. Que graça tem ter um amigo que pensa e age igual a você? Assim, Neto era tagarela, adorava dançar, sorrir, mexer com todos. Já Alvinho passava horas em silêncio, gostava de ler histórias tristes, de pôr-do-sol, de ouvir música...
Para os da comunidade, eles já nasceram amigos. Se um enxergava o mundo na cor azul, o outro o via na cor vermelha. E tudo o que faziam só estava completo se o outro participasse.
Nos trabalhos escolares, Neto fazia os rascunhos e Alvinho organizava as idéias. Se Neto desenhava, era Alvinho quem pintava.
Alvinho e Neto tinham outros amigos. Faziam questão de ter muitos coleguinhas. Mas que um era o preferido do outro, ninguém duvidava.
E durante muito tempo foi assim. Se Neto queria manga, Alvinho subia e pegava. Neto sempre foi preguiçoso para subir em árvores. Mas se Alvinho pescava, Neto escamava...
Como todas as crianças, também discordavam. Mas as desavenças acabavam quando alguém tomava o partido do outro. Aí faziam as pazes, porque nenhum dos dois queria ver o outro em apuros.
Até que um dia, Neto teve uma forte gripe e o médico aconselhou aos pais que mudassem de Estado, e fossem morar num lugar mais quente.
E Neto foi embora, deixando para trás o grande amigo.
Durante muito tempo, escreveram um para o outro. Mas cresceram e perderam o contato, porque os pais de Alvinho foram morar em outro país.
Anos mais tarde, Alvinho recebeu um e-mail que dizia assim: ´Ter um sítio cheio de mangueiras e não conhecer ninguém que queira subir nelas para colher manga não tem graça nenhuma. Ter um sítio com riacho cheinho de peixes dá uma preguiça de pescar... Aqui falta um amigo´
Alvinho não teve dúvidas! Era Neto, o amigo de infância. O e-mail não estava assinado, mas tinha o endereço do tal sítio.
Amigos verdadeiros jamais se perdem.
E no dia em que se reencontraram, Neto deu uma grande festa! Convidou tocadores, inventou brincadeiras, chamou os vizinhos, fez muita comida...
Alvinho ficou bastante emocionado. Tinha se tornado um grande artista. Desenhava e pintava como mestre, mas ainda resmungava como criança:
- Tanta gente! Que barulho! Não precisava de nada disso, Neto! A gente podia ter ido pescar e tava bom!
Neto deu uma grande gargalhada. E pela vida afora seguiram amigos, porque amizades verdadeiras duram a vida inteira!

ARREPENDIMENTO

 
Objetivos Específicos: • Obedecer a nossos pais;
• Devemos sempre nos arrepender de algo que fizermos de errado.
Conteúdo: • Obediência e Arrependimento



O COELHINHO JUCA
Num sítio, muito longe daqui morava Dona. Coelha e seus três filhinhos: Beto, Lia e Juca.
Um dia, Dona. Coelha, precisando sair para fazer compras, chamou os três coelhinhos e disse:
- Meus queridos filhos, vou sair para fazer compras. Se vocês quiserem, podem dar uma voltinha, mas, por favor, não entrem na horta de Dona. Ana. Ela gosta muito de comer coelho assado.
- Pode ir tranquila, mamãe. Não quero virar coelho assado - disse Beto, com os olhos arregalados.
- Nem eu! - disse Lia, tremendo de medo.
- É uma pena, mamãe. As cenouras de Dona. Ana parecem muito gostosas - disse Juca, tristonho.
- Juca, Juca, tenha juízo. Não saia de perto de seus irmãos!
- Está bem, mamãe. Eu também não quero virar coelho assado.
- Então, comportem-se direitinho, pois quando eu voltar vou fazer um delicioso bolo de cenoura para vocês.
- Oba!!! - Gritaram juntos os três coelhinhos.
Assim que a mamãe coelha saiu Beto e Lia foram brincar no jardim. Juca, porém, que era muito desobediente, passou por debaixo da cerca e foi direto para a horta de Dona. Ana. Quando lá chegou, foi logo comendo as alfaces e cenouras.
- Que cenouras bonitas! Vou comê-las todas! Nhoc! Nhoc! Nhoc!
Depois que já estava com a barriguinha bem cheia Juca sentou-se para descansar perto de canteiros de repolho.
Exatamente ali perto estava Dona. Ana, colhendo cebolinhas. Assim que ela avistou o coelhinho, pegou um balde enorme e saiu correndo atrás dele gritando:
- Volte aqui, coelhinho guloso. Já está na hora de virar um bom assado!
Juca levou um susto, deu um pulo e começou a correr por todos os lados, sem conseguir encontrar a saída da horta.
Ele perdeu um dos sapatos no meio dos repolhos e outro perto dos tomates. Desesperado, cada vez mais ele corria e Dona. Ana atrás dele gritando:
- Volte aqui, coelho levado!
De repente, Juca ficou preso numa cerca de arame. Desesperado, começou a chorar bem alto.
- Buá! Buá! Buá!
Dona. Ana ouviu o choro e jogou o balde na direção do coelhinho, e por pouco não conseguiu pegá-lo.
Juca deu um pulo e conseguiu escapar da cerca, mas acabou ficando sem o seu lindo casaquinho.
Juca correu, correu, mas, como só ficava olhando para trás para ver onde estava Dona. Ana, não viu um laguinho que ficava perto do galinheiro e...tchibum! caiu lá dentro.
Ainda bem que o laguinho era rasinho. Juca saiu de lá e conseguiu se esconder atrás de uma árvore. Mas, como estava todo molhado pela água fria do laguinho, começou a espirrar.
- Atchim...atchim...atchim.
Dona. Ana ouviu os espirros e foi diretamente onde estava o coelhinho. Mas Juca foi esperto e conseguiu escapar mais uma vez.
Dona. Ana ficou cansada de tanto correr atrás do coelhinho e acabou desistindo. Foi embora, dizendo:
- Ah, coelhinho esperto!
Desta vez você escapou, mas da próxima eu pego você, com certeza, e faço um bom assado.
Então, Juca viu que estava salvo e resolveu sentar-se e descansar um pouco, debaixo de uma árvore. Mas como não sabia como voltar para casa, tremia da cabeça aos pés.
Ele estava tão cansado que acabou dormindo.
Dona. Coelha, aflita, já havia saído para procurar seu filhinho fujão e teimoso, quando o encontrou ali dormindo, todo sujo sem os sapatos e sem o casaco.
Ela ficou muito zangada, mas ao mesmo tempo, aliviada, pois viu que estava vivo. Pegou-o em seu colo e foi para casa.
Quando foi colocá-lo na cama, viu que ele estava com febre. Fez um chá bem forte e lhe deu para beber.
No outro dia, ele ficou de castigo sem poder sair, enquanto seus irmãozinhos ficaram brincando de jogar bola.
Juca estava tão arrependido que prometeu à sua mãe nunca mais ir à horta de Dona. Ana:
- Desculpe mamãe, eu nunca mais vou desobedecer.

Uma apresentação sobre o valor obediência que foi contado pelas Professoras Denise e Maiane.

MUITO BOM!!!

A HISTÓRIA DA OBEDIÊNCIA



Peça que pode ser apresentada com fantoches...
Narrador e Samuel falam sobre obediência Samuel, Hofni e Fineias



NARRADOR: Olá, crianças!!! Prestem muita atenção porque hoje vamos falar sobre obediência. E para isso vamos conversar com algumas pessoas que vieram para me ajudar a contar a história.
SAMUEL: (o narrador leva um susto) Olá, pessoal! Qual é? Tudo bem com vocês?
NARRADOR: Puxa! Que susto você me deu!
SAMUEL: Ah, desculpa, (tia Jeanne). Eu não queria assustar você!
NARRADOR: Tudo bem, já passou. Mas... quem é mesmo você?
SAMUEL: Ah, tia Jeanne, não tá me reconhecendo, eu sou o Samuel. O Filho de Ana e Elcana! Lembrou?
NARRADOR: Ah... sim! Samuel, tô lembrada sim! Tudo bem com você Samuel?
SAMUEL: Tudo maneiro, tia Jeanne.
NARRADOR: Bem, Samuel, agora você pode falar novamente com as crianças!
SAMUEL: Olá, pessoal! Qual é? Tudo bem com vocês?
NARRADOR: (leve as crianças a responder a saudação do fantoche)
SAMUEL: Quanta criança bonita, hein tia Jeanne?
NARRADOR: É verdade, Samuel, essa crianças são bonitas e também abençoadas!
SAMUEL: Que bênção, hein!
NARRADOR: Samuel, me diga uma coisa.
SAMUEL: O que é, tia Jeanne?
NARRADOR: Samuel, sabe que um dia eu li a sua história na bíblia?
SAMUEL: É mesmo, tia Jeanne! A minha história tá na bíblia sim. Mas o que foi que você leu sobre mim, tia Jeanne?
NARRADOR: Ah... eu li uma coisa muito interessante. Eu li que seu pai e sua mãe queriam muito ter um bebê e que oraram muito a Deus pra você nascer, é verdade, Samuel?
SAMUEL: É verdade sim! É verdade sim! Minha mãe orou e disse que se Deus lhe desse um filho, ela o consagraria e o entregaria no altar de Deus.
NARRADOR: Ah, então sua mãe orou ao Senhor porque ela queria ficar grávida? (chegando mais perto de Samuel) E Deus ouviu a oração dela?
SAMUEL: É claro, né tia Jeanne. Olha eu aqui!
NARRADOR: Ah... (ops), é claro! É mesmo, você está aí!!! Você é a prova de que Deus ouviu a oração de Ana.
SAMUEL: (balança a cabeça várias vezes pra concordar)
NARRADOR: E porque Deus respondeu a oração de sua mãe, ela cumpriu o voto que fez, não é isso, Samuel?
SAMUEL: É isso mesmo, tia Jeanne. E o voto era que ela me deixaria no templo pra ficar junto do sacerdote Eli para aprender mais sobre Deus.
NARRADOR: É mesmo (pausadamente), Samuel?
SAMUEL: Isso, isso, isso!
NARRADOR: E... Samuel... (pausa com possível desconfiança).... Me diga uma coisa aqui. (chega bem perto do Samuel)
SAMUEL: (Se inclina para o narrador)
NARRADOR: Quando sua mãe disse que você tinha que ficar lá com o sacerdote Eli... você ... você, assim... você...
SAMUEL: Pode falar tia Jeanne!
NARRADOR: Você obedeceu?
SAMUEL: Sabe tia Jeanne, eu decidi uma coisa na minha vida.
NARRADOR: E o que foi que você decidiu, Samuel?
SAMUEL: Eu decidi que quero ser sempre obediente.
NARRADOR: É mesmo, Samuel? Mas isso é uma coisa muito boa!!! Parabéns, viu!!!???
SAMUEL: O... tia Jeanne.
NARRADOR: O que foi, Samuel?
SAMUEL: Será... que essas crianças que estão aqui são todas obedientes?
NARRADOR: Eu não sei, não. Mas... pergunte pra elas, ué!
SAMUEL: Posso perguntar, tia Jeanne?
NARRADOR: Pode sim Samuel.
SAMUEL: Crianças, vocês são obedientes? (pausa) Quem é criança obediente aqui levanta a mão!
NARRADOR: Olha, Samuel, viu quanta criança aqui é obediente?
SAMUEL: Vi sim, tia Jeanne. Isso é muito bom.
SAMUEL: Mas tia Jeanne, eu conheci filhos desobedientes.
NARRADOR: É mesmo Samuel? E quem são esses filhos desobedientes?
SAMUEL: Ah, vou dizer o nome deles: é Hofni e Finéias.
NARRADOR: Ah... sei. Sei sobre eles.
SAMUEL: Ah, tia Jeanne, conta para as crianças sobre eles, conta. Vou ali e já volto. Quando você terminar de contar eu volto, ta?!
NARRADOR: Tá bom, Samuel, eu vou contar.
SAMUEL: Fica balançando a cabeça de vez em quando para concordar com a história que está sendo narrada.
NARRADOR: Sabe crianças, existiram duas crianças na bíblia chamadas Hofni e Finéias. Como era o nome delas? ... ... Muito bem! Essas crianças não foram obedientes ao seu pai. Eles desobedeciam, eles faziam coisas erradas, eles falavam palavrões, ... E sabe o que aconteceu? Elas não viveram muito tempo.
SAMUEL: Que pena!!!
NARRADOR: É. Que pena mesmo, não é Samuel? Mas você sabe que eles morreram porque não foram obedientes? É isso mesmo. Quem não é obediente pode morrer cedo, sabia.
Mas ninguém precisa ficar preocupado, é só ser obediente, não é mesmo?!
NARRADOR: O nosso amigo aqui, o Samuel da bíblia, ele sempre foi obediente ao sacerdote Eli, aos seus pais e também a Deus. Não é Samuel?
SAMUEL: Só balança a cabeça confirmando.
NARRADOR: Então...
MÃE: (voz oculta) Samuel! Samuel!!
SAMUEL: Hi, tia Jeanne, preciso ir, minha mãe tá me chamando. E como eu sou obediente, eu vou rapidinho. Tchau criançada! Até a próxima!!!! FUI!!!
NARRADOR: Vamos dar tchau pro Samuel crianças? Tchau!!!!!!!!
NARRADOR: Viu pessoal como o Samuel é obediente? E por ser obediente, ele agradou muito ao Senhor!
NARRADOR: Não sejam como aqueles dois irmãos, Hofni e Finéias que foram desobedientes. Seja como Samuel.

Uma visita dos alunos do 2º ano U até a escola São José...






O verdadeiro sentido da Páscoa: A morte e Ressurreição de Jesus Cristo.
Ele morreu, porém morto não ficou. Ele vive para sempre.


 Uma palavra do nosso amado Pastor Elim Guimarães.


 Entrega de brindes para os funcionários.

 A última Ceia.




 A diretora da escola participando e dando sua contribuição.

 Cantar é muito bom. Então vamos cantar um hino sobre a Páscoa.


 Um bolo para nossos alunos se deliciarem após o nosso culto.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Hora Pedagógica e Planejamento Escolar.
Por enquanto estamos em uma escola improvisada, pois nossa escola está sendo reformada. mas estamos nos virando muito bem...



Projeto Valores: Toda semana é estudado um valor comum em todas as turmas.
Na sexta-feira todas as turmas se reúnem na Igreja para cantar, e ouvir histórias sobre
o valor estudado.
Tem sido bastante proveitoso para todos os funcionários e principalmente para nossos alunos, que estão mais carinhosos, educados, compreensivos... e estão a cada dia perdendo a timidez...

MUITO BOM!!!!